sábado, 23 de abril de 2016

Fim de semana em Angra



Este fim de semana resolvemos de última hora ir para Angra dos Reis. E foi uma delícia! Aproveitamos cada minuto. Fomos para um residencial que era bem completo. Com praia privativa, uma área de piscina enorme e muito bonita, marina, restaurante, loja de conveniência, academia, sauna, jacuzzi e uma área interna muito agradável. As praias de Angra tem suas particularidades, são pequenas em extensão, mas com uma natureza sem igual e com águas mornas que não dá vontade de deixá-las. Pretendo voltar com certeza! Foi um fim de semana show!


Entrada.





 Marina.


 Área de piscinas.


Praia.



Chegando de um passeio de barco.

O apê..

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Hambúrguer... pode!



Hambúrguer pode? Claro que pode! Tudo pode. A receita é simples: procure consumir sempre alimentos ricos nutritivamente e dentro do seu gasto calórico diário. Não existe mágica, se quer exceder as calorias diárias é preciso aumentar o gasto. Dê seu jeito! Caminhe mais, arrume você mesmo a sua casa, faça alguma atividade extra. Só assim, aquilo que você comer fora das calorias diárias não irá acumular.  Nosso corpo é  exímio em matemática. Ele analisa e contabiliza tudo que ingerimos. 
Como o  que não nos falta são opções deliciosas, mas pobres  em vitaminas e ricas em gorduras, sódio, carboidratos etc é preciso ser sensato. Comer o que te dá vontade sim, mas não sempre e talvez em porções menores. Você é senhor de si e sabe fazer as contas. Faça as suas e tente, se quiser, incluir uma delicia em alguns dos seus dias. Você vai ver como é bom comer sem culpa!
E a culpa não foi comigo nesses dias de experimentações de hambúrgueres gourmet. 
A casa escolhida dessa vez foi a Sr. Duíche, uma Hamburgueria de Penedo. O local é bem agradável, tem uma decoração rústica que combina bem com o cardápio. 
Os sanduíches vêm acompanhados de batata frita rústica em um baldinho bem charmoso e maionese temperada e ketchup de goiaba em uma panelinha idem. 
Os sabores dos diversos tipos de carnes são bem autênticos. Fiquei bem impressionada. Era possível distinguir qual a carne se estava comendo. 
Nas duas vezes em que fui, procurei experimentar opções diferentes. Na primeira, pedi o Sr.Picanha e o marido pediu o Sr. Costela. Por um equívoco meu, não percebi que no meu vinham cebolas e como não gosto troquei de sanduíche com o marido. O que não foi nada ruim, pois simplesmente amei a nova carne  e a combinação do Sr Costela, que é composto por carne de costela de 200g + queijo padrão + alface crespa + tomate + berinjela empanada e molho do chef. Adorei tudo, a carne estava com o tempero certo, nem temperada demais nem oleosa demais. Dei uma mordida no bife do marido e achei que o de costela era melhor. O dele era composto de carne de picanha de 200g + queijo do reino + alface crespa + tomate + bacon + cebola roxa e maionese de rúcula.












Na segunda ida pedimos o Sr Parmesão para mim e o Sr Cupim para o marido. A minha carne era hambúrguer da casa feita de fraldinha de 180g + alface crespa + tomate + disco crocante de parmesão e creme de espinafre com catupiri. Bom! Achei que o meu sanduíche veio um pouco frio e isto atrapalhou um pouco avaliar a carne, e sinceramente não gostei tanto assim do molho de espinafre. O Sr Cupim era carne de cupim de 200g + queijo parmesão + omelete de alho + alface crespa + tomate e molho do chef. Como a carne de cupim é muito oleosa achei que o sanduíche ficou um pouco pesado e também não curti tanto os acompanhamentos.
Lógico que a minha opinião ficou comprometida desde o início, pois amei tanto o Sr Costela que ficou difícil para os outros concorrentes. Mas meu marido gostou de todos.









     

Todos os vinhos são bons?



Todos os vinhos são bons? Parece que sim. Não me lembro de já ter visto em algum blog, site, revista ou outras mídias alguém dando seu depoimento sobre um vinho que bebeu e não gostou. Será que este assunto é um tabu? Pode-se falar que não gostou de maquiagem, de eletrônicos, hotéis, restaurantes, mas de vinho não? Será por ressalva de parecer tolos pela má escolha? Sei lá! Não sei pelos outros, mas por mim esse não será um empecilho para falar de vinhos. Afinal estaria passando uma ideia errada se só falasse dos bons vinhos que tomo, considerando que ainda eles não são a maioria dentre os que bebo. 
Penso que ajuda muito na escolha quando temos acesso à opinião de alguém em que se tem um pouco de confiança. É lógico que tem a questão do gosto, mas de forma, geral o que é bom e o que é ruim o são para a maioria. 
Para quem tem mais conhecimento sobre esse assunto talvez deva ser mais fácil não errar na escolha, mas para os simples mortais, como eu, não é assim tão fácil. 
De pronto já vou falar de dois vinhos que tomei recentemente, que são considerados como vinhos baratos. Não repare que não sei os termos certos para designar as várias características que um vinho apresenta, mas tenho a maior consideração para os que possuem esse domínio. 
Gostei da simplicidade com que o Philippe Nicolay de Rothschild  resumiu na revista GQ Brasil sobre sua avaliação sobre vinhos:  o método que moldou o seu caráter no que diz respeito a vinhos é que "você toma, vê se gosta e depois lembra", "você gosta mais desse ou daquele suco?" lembrando que o vinho é apenas um suco de uva fermentado.
Um dos vinhos que vou falar é o Franc Beausejour-2013 e o outro é o Tilia Malbec Syrah -2014. O primeiro é um francês e eu gostei bem. Gostei do aroma de frutas vermelhas, achei que tinha os taninos na medida,sem ser muito seco. Ele foi escolhido meio que na sorte em uma delicatessem e recomendo!Simples assim.
Já o segundo, sinceramente, fuja dele! Ele foi escolhi do por influencia de um site que dava uma determinada pontuação a ele. Era uma pontuação representativa. Enfim, ele é um vinho argentino em que achei poucos aromas, não conseguia identificar nada agradável, quase não percebia aromas de frutas nele. Com relação ao tanino achei excessivo, muito seco, ou seja, não descia aveludado. Resumindo não foi agradável na boca!
Para finalizar, vou lembrar que fiz este post alguns dias após já ter bebido estes vinhos  e por isso a dificuldade em descrever detalhes é maior, pois o ideal seria que a descrição fosse quase que após a degustação, assim ficaria mais fiel às sensações que eles provocaram. Vou procurar sempre que possível encurtar esse tempo.



segunda-feira, 4 de abril de 2016

O Badejo e o Magret que era Confit



Em mais uma noite fomos jantar no Jardim Secreto. Se continuarmos assim, iremos acabar experimentando o cardápio todo. O que não será nenhum sacrifício!
De entrada pedimos o Camaranga, que é um creme de abóbora com camarões e leite de côco, manga e catupiri. Estava tão bom que dava vontade de pedir a porção novamente e dispensar o prato principal.
Claro que não fizemos isso. Pedimos Badejo ao molho de laranja e Magret de Canard. 
O meu foi o Badejo, que estava muito bom e com uma bela apresentação. Apenas não gostei tanto dos acompanhamentos, que no caso eram risoto de beterraba e crocante de batata baroa. Nada contra esses dois legumes em si, apenas não gostei da proposta.
Como a sorte estava ao lado e mais precisamente no prato do marido, me joguei nele. O prato dele estava divino! O Magret que veio como Confit estava acompanhado de purê de batata baroa servida com geleia de cassis  e vinho de porto. 
Vou atrasar o fim do cardápio, porque terei que repetir este prato novamente. hehehe!



Entrada.



Badejo.




Confit.


quinta-feira, 31 de março de 2016

Coisas que nunca tinha pensado sobre organização.







Sempre me considerei bem organizada em relação às coisas da casa, mas sempre ocorria o efeito rebote e novamente lá ia eu arrumar tudo de novo. O que eu não sabia e que o livro A Mágica da Arrumação da Marie Kondo me ajudou a ver foi que para ter uma organização eficiente, daquelas duradouras, precisamos de algumas estratégias. Ela propõem várias que nos ajudam a organizar as coisas uma única vez. Separei o que achei de mais importante:

  • É preciso ter um local para cada coisa ( se não você vai acabar colocando em um local que é de outra coisa ou espalhando pela casa);
  • Se não cabe no local reservado porque esta cheio é preciso realizar um ciclo (avalie se não há algo que você possa descartar ou doar e pense antes de comprar novamente aquele item);
  • Cada objeto tem que te fazer feliz (essa dica é "tiro e queda", com ela vai aparecer muita coisa inútil e abrir muito espaço);
  • As coisas tem uma função que em alguns casos essa função termina imediatamente quando você a recebe ou tem um  prazo curto (ex; cartões, convites, caixas, faturas, panfletos, presentes que não servem ou não gostamos precisam ser descartados ou doados);
  • Use roupas que você goste inclusive em casa ( não faz sentido manter roupas de que não gostamos para usá-las em casa exatamente na hora de relaxar. Nossos momentos em casa são preciosos).


A única coisa que não me adaptei foi com relação a uma ou outra forma como ela aconselha a dobrar e guardar algumas peças de roupas. Achei que pode-se até ganhar espaço mas achei demorada a execução e visualmente não gostei do resultado. 

Para entender exatamente o método recomendo ler o livro e seguir o que ela ensina principalmente com relação ao descarte. 

Eu gostei muito do livro. Ele mudou minha forma de pensar sobre o que realmente é útil e o que realmente gosto para manter em minha casa, afinal esta é um lugar muito especial




Como o céu lhe parece hoje?






Nos estamos sempre buscando estar o melhor possível em nossa vida. Estamos em busca do melhor relacionamento, da  melhor carreira, da melhor forma física da melhor casa... E esta busca é o tempo todo influenciada pela cultura a qual estamos inseridos, pelas pessoas a nossa volta, pelo que lemos e assistimos. Tudo nos influencia. E assim as vezes nossa vida vai seguindo um fluxo meio que já programado sem levar em consideração nossa individualidade como ser humano. Acho que só a maturidade e o alto conhecimento pode fazer com que consigamos conciliar a expectativa da sociedade com os nossos reais desejos. 
Só quando percebemos o que realmente nos deixa felizes sem a mão pesada das influências é que conseguimos direcionar melhor nossa vida. Não é fácil. Tem gente que vai viver sem saber que o que busca não o faz feliz.
Estou imensamente satisfeita por essa lucidez. Ela esta fazendo com que eu mude alguns caminhos na minha vida. A começar pela vida profissional, passando pela alimentação e principalmente pela personalidade. Estou leve, parece que tirei um peso de cima de mim aquele que carregava a todo momento de um lado para o outro. Hoje estou vendo a cor do céu literalmente. E como ele é lindo! 
Sei que a vida continua, com alegrias, tristezas, expectativas, frustrações, desejos, mas tenho certeza que será mais fácil passar por tudo estando mais leve, mais receptiva, mais compreensiva



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quinta-feira, 16 de julho de 2015

A serra dos paulistas



Aproveitando que o frio chegou de vez e o início do festival de inverno de Campos do Jordão, fomos subir a serra mais uma vez. E que serra! Eu não sabia, mas Campos do Jordão é a cidade mais alta do Brasil. Ela tem mais ou menos 1600 metros de altitude. A estrada até lá já é uma atração à parte, coberta por muito verde, muitas araucárias e alguns pontos de cerração que tornam a chegada uma delícia. Das outras vezes que estive em Campos do Jordão, como fui com menos tempo, me contive e fiquei apenas em Capivari. Desta vez quis conhecer algumas outras atrações da cidade e adorei.
Como nossa estadia seria em Santo Antônio do Pinhal e começava só às 14h, fomos visitar o Palácio da Boa Vista em Campos do Jordão. Chegamos bem cedinho, umas 9:30h e estava tão frio lá que fiquei preocupada se aguentaria ficar todos os dias com aquela temperatura. Pura falta de costume, pois há muito não sentia tanto frio.
A construção do castelo do governo já é bem imponente do lado de fora  e o melhor está do lado de dentro, um verdadeiro tesouro: as obras de diversos artistas.
O que mais amei foi: os quadros da Tarsila do Amaral ( Retrato de Mario de Andrade, Os Operários), Ismael Nery ( Retrato de Adalgisa, 1924), Candido Portinari ( Tempestade Acalmada), o mobiliário antigo e o piso de parquet.
Este palácio foi criado para ser residência de inverno dos governadores do estado de São Paulo, mas em 1970 ele passou a ser um museu já que o uso era muito restrito. Anexo ao Palácio há a Capela de São Pedro Apóstolo que é feita de concreto armado, com um pilar e paredes de vidro e circundada por espelhos d’água. Achei a capela bem moderna e diferente do habitual.
A visitação é feita em pequenos grupos e seguida por um monitor que vai explicando um pouco das obras e as funcionalidades  dos cômodos. Como o tour é um pouco rápido, assim que acabei um e vi que já estava para começar outro, segui com eles e pude apreciar mais uma vez as obras. Foi uma delícia! Queria poder puxar uma cadeira  bem confortável para a frente de cada quadro e ficar ali horas admirando-o. Que privilégio tem os familiares e convidados do governador em poder ter mais tempo para apreciar essas maravilhas!
A visita não tem custo e fiquei admirada com a organização, conservação e limpeza do local. Estão de parabéns!
Do lado de fora há um café com uma lojinha que proporciona uma vista linda. Após a visita seguimos para Capivari e fui me esquentar tomando um chocolate quente Martin na Kopenhagen, que é uma delícia. Recomendo muito. Achei muito mais gostoso do que os chocolates quentes que são servidos em várias casas de chocolates.
Já que estou falando de chocolates, lá há uma grande variedades de casas de chocolates e experimentei vários. Na Chocolate Montanhês experimentei o chocolate quente e a casquinha de laranja coberta por chocolate, mas não gostei tanto assim. Na Araucária comprei um barra/tablete de chocolate extra milk e achei um gosto muito forte de leite em pó. Também experimentei barrinhas de chocolate ao leite com flocos de arroz e chocolate branco mesclado com chocolate amargo (achei um pouco duros). Na Cacau Show  adorei ver a cidade em miniatura feita em partes de chocolate, também gostei da barra/tablete de cappuccino, do fondue de chocolate (o que era aquilo! maravilhoso!), já o chocolate quente não gostei. Na Bruno Alves experimentei alguns bombons de chocolate entre brasileiro e belgas e gostei de vários sabores (esses são vendidos por pesagem e vc pode escolher quantos quiser),  e por último comprei alguns no supermercado Pão de Açúcar que também foram aprovados. Nada mal essa degustação!



Cidade em miniatura.



Antes de ir para a pousada lanchamos na Matinal doceria em Santo Antônio que é recomendada no Trip. O local é simples mas com um bom atendimento e preços bem acessíveis. A famosa coxinha realmente é bem gostosa, vale apena pena experimentar. Lá há também bolos recheados e um sanduíche de pão de mandioquinha que foi o que mais gostei. Suspeita para falar de pão, porque eu sou uma adoradora de pães. Repeti-o em outro dia e não me arrependi.













Chegando na pousada que sensação boa: era tudo como no site ou até melhor. Que chalé maravilhoso! Novo, decoração linda, clean e confortável. Tudo estava limpo e em perfeitas condições. Como tem que ser! Moraria nele com maior prazer! Sempre que fico num lugar agradável assim, penso o porquê de precisarmos de uma casa tão grande. Não seria mais fácil e agradável morar num lugar pequeno, integrado e clean? Voltei com a ideia de que precisava de menos do que imaginava para ser feliz.



Entrada da pousada


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Chalé.



À noite fomos jantar no restaurante Gula Gula, no centro da cidade. Já havia ido a esse restaurante outras duas vezes e gostado. Mas dessa nem tanto! Pedimos uma lasanha de berinjela ao molho sugo e filé com legumes e arroz. Achei que a lasanha poderia ter o molho um pouco mais suave e em tamanho menor para favorecer o visual. O filé estava muito bom, no ponto certo, muito bem temperado.



          Terminamos a noite em frente a lareira degustando um vinho.



Lasanha de berinjela.







Já conhecia o café da manhã desta pousada de outras estadias e ele continua o mesmo: contido. Não é aquele café de pousada que sempre imaginamos. Sempre fico pensando que o valor da diária tem haver com as instalações e com os serviços ofertados, inclusive o café da manhã quando é incluso, sendo assim, com algumas exceções, se uma diária é $ ou $$ ou $$$ espera um público $, $$ ou $$$ que tem em seu cotidiano um certo nível de alimentação. Sem contar a expectativa que a maioria tem de que o café da manhã fora será sempre melhor do que o que você tem em casa. Lógico que as pessoas não vão a um lugar apenas para tomar café da manhã, mas é previsível que elas não querem tomar um café da manhã pior do que o que ela tomaria em seu lar. Acho que com  alguns pequenos ajustes e dedicação o café da manhã ficaria condizente com o resto da pousada.

À tarde, resolvemos dar uma olhada  no evento ( a Temporada de Inverno da cidade) que estava ocorrendo na praça principal, e fiquei encantada com tamanha simplicidade e ao mesmo tempo quão grandioso era. Havia um palco e nele várias crianças se apresentavam com alguma performance,  tocando algum instrumento ou cantando, foi muito legal! Queria que tivesse esse tipo de iniciativa em cada cantinho do Brasil. Também havia barraquinhas de comidas, de artesanato e até de flores.


Santo Antônio do Pinhal.


No sábado à noite já contava com uma reserva no restaurante Confraria do Sabor em Capivari. Estava ansiosa para conhecê-lo. E que grata surpresa! O restaurante é muito bonito, com uma decoração clean e moderna. Como havia ouvido falar que o couvert era uma delícia, pedimos e diante de tanta expectativa, fiquei um pouco desapontada. Não gostei dos diversos pães e manteigas.  Mas respeito quem goste! Como pratos principais pedimos o Filet de Robalo com crosta de bacalhau acompanhado de risoto de frutos do mar e meu marido foi de Truta Assada com crosta de pistache recheada com queijo boursin e purê de mandioquinha. Ambos estavam divinos! A posta do robalo era alta, muito macia e saborosa! Ando apreciando muito o peixe robalo. Como não costumamos pedir sobremesa, terminamos esta maravilhosa refeição com um café  e pés-de-moleque que o acompanham.





O restaurante Confraria do Sabor.







O interior.



O meu.




O dele.







Com tudo dando certo, o passeio não poderia terminar de outra forma, a não ser com um maravilhoso espetáculo: a apresentação da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo regida pelo regente John Neschling e participação especial do saxofonista Simon Diricq no Auditório Claudio Santoro.
Foi minha primeira experiência com uma orquestra e achei sensacional! Adorei tudo, desde o regente explicando sobre a música a ser executada, as músicas em si, os instrumentos... Tudo perfeito! O auditório é lindo e como a apresentação começou à tarde e foi até o anoitecer, pudemos admirar várias nuances de luzes que vinham lá de fora pelos vitrais, e que deixavam o espetáculo mais bonito ainda. Saí de lá anestesiada de tanta emoção. Ainda lá pensei que adoraria poder levar pessoas que conheço para assistirem o que eu estava presenciando. Fiquei encantada com a quantidade de violinos -eram muitos- e deles saiam um som fino, agradável... Gostaria de mencionar os outros instrumentos que gostei, mas infelizmente eu não conheço os nomes.
As músicas executadas foram: Impressões Brasileiras de Ottorino Respighi, Fantasia para Saxofone e Orquestra e Choros n 6 de Heitor Villa-Lobos, Scaramouche para Saxofone e Orquestra de Darius Milhaud. Eu não conhecia quase nada sobre o maestro e compositor Heitor Villa-Lobos e depois das explicações do regente e da apresentação da orquestra, confesso que deu vontade de saber um pouco mais sobre música clássica. Achei muito interessante a ousadia que Heitor Villa-Lobos empreendia em muitas de suas obras com a incorporação de elementos populares e combinações inusitadas de instrumentos.
Queria muito ter acesso a mais apresentações como essa!
Eu não sei dizer se é por ser uma serra  paulista que deu tudo certo, mas que deu deu! A cada dia admiro os paulistas pela eficiência e por estarem serem à frente.




O maestro e os músicos.





O maravilhoso auditório.